sábado, 15 de junho de 2019

Desconfiança; o maior sabotador das relações.

              Hoje vamos conversar um pouco sobre um tema que está presente em quase todos os rompimentos/discórdias nas relações (sejam elas; amorosa, familiar, profissional): a desconfiança.
Resultado de imagem para desconfianca no relacionamentoA desconfiança é uma estratégia cerebral (cognitiva) que todos nós temos que tem como principal objetivo nos proteger de frustrações futuras. A pegadinha cerebral disso é que acabamos vivendo essa frustração em nossos pensamentos e sentindo todas as dores emocionais como se o pior já estivesse ocorrido (ou ocorrendo).
              O que muitos não sabem é que existe a desconfiança positiva. É aquela que nos move a detectar falhas e nos aprimorar. Evoluir. A própria ciência, como estudamos hoje, é resultado de anos e anos de desconfianças. Devemos isso, principalmente, a René Descartes, um dos mais importantes filósofos do mundo, que ajudou a ciência a dar um salto enorme com seu método: a dúvida, que é a busca incansável pela verdade das coisas que nos são apresentadas (não aceitar dogmas).
O problema é o excesso de desconfiança. Quando você desconfia de seu namorado(a), no fundo, quer evitar sofrer futuramente. Quer evitar perde-lo(a).E pior: para quem desconfia, tudo é um indício de que o outro realmente pode quebrar (ou já quebrou) sua confiança. Porque temos uma grande tendência a selecionar fatos que confirmam nossas teorias e eliminar os que não confirmam.
            Por excesso de medo de perder, portanto, acabamos perdendo. Afinal, do outro lado dessa relação, existe alguém que sente-se constantemente vigiado, em sinal de alerta máximo, pisando em ovos, em tensão máxima. E sabe o que mais pode acontecer? A vítima da sua desconfiança pode começar a achar que você desconfia porque faz coisa pior. Fonte: tribunadoceara.uol.com.br/blogs/o-psicologo
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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Desconfiança, obsessão e insegurança podem ser sinais de amor e ciúmes patológicos

Maioria das pacientes são mulheres com boa renda e alta escolaridade 

  Se o simples apito do Whatsapp no celular do seu parceiro já faz você suar frio, atenção — pode ser que esse sentimento seja muito mais do que um simples incômodo, mas, sim, um tipo de problema que os psiquiatras chamam de ciúmes e amor patológico.

Ambos são desvios de personalidade, situações em que um indivíduo apresenta traços emocionais e comportamentais inflexíveis e desajustados, que causam sofrimento a ele e a todos com quem ele convive.
Transtorno tem tratamento com terapia e remédios No caso do amor e do ciúme em excesso, paira sobre o paciente uma constante dúvida a respeito da fidelidade da pessoa amada, o que pode transformar a vida do casal em um pesadelo.
Ainda que sentir ciúmes seja natural e até aceitável em relacionamentos, sejam eles amorosos, de amizade ou na família, ele passa a ser um problema quando se baseia em preocupações irracionais e infundadas, com distorções da realidade.
De acordo com dados do IPc (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), 75% dos pacientes que sofrem de amor patológico são mulheres de mais ou menos 40 anos.
Destas, 75% não moram com o parceiro e trabalham em tempo integral, contabilizam 15 anos de educação formal, e têm renda mensal média de R$ 3.000, como explica a psiquiatra Monica Levit Zilberman.
— São pessoas com necessidade de controlar o outro. São insatisfeitas com a relação, muito inseguras. Elas podem até ter alguns momentos de segurança, mas, se o parceiro não responde uma mensagem, tudo aquilo cai por terra.
Fonte:noticias.r7.com

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sábado, 13 de abril de 2019

TRAIÇÃO É FALTA DE AMOR???

Traição nem sempre é falta de amor ou significa o fim de um relacionamento

Getty Images

Descobrir que foi traído(a) dói, e não é pouco. Mas há inúmeras motivações para que uma relação extraconjugal aconteça. E tentar entendê-las, mesmo com as emoções à flor da pele, pode ajudar a superar o trauma, aceitando ou não continuar com o relacionamento.
“Em geral, os casos extraconjugais não ocorrem porque acabou o amor, mas por motivos como vaidade, curiosidade, um antigo caso e uma atração física diferente”, fala o psicanalista e terapeuta de casal Luiz Hanns, autor do livro "A Equação do Casamento -- O Que Pode (Ou Não) Ser Mudado na Sua Relação" (Editora Paralela). O desejo de “dar o troco”, seja porque o parceiro traiu primeiro ou porque ele não age com respeito com seu par, também é comum, diz Hanns.
 “O amor não é zero ou cem, pode oscilar e se combinar com paixão, raiva, gratidão, admiração ou tédio. Em cinco, dez, 20 anos de relação, a maioria das pessoas sente desejo e atração por outras pessoas. Nem todos vão ter um caso, mas de 50% a 60% das pessoas em relacionamentos estáveis vão acabar traindo”, diz o psicanalista. 
Aquela indiferença que “mata” A falta de interesse do parceiro é uma das grandes motivações da traição. “A carência impulsiona a atração por outras pessoas”, explica o psicólogo clínico Fernando Savino. Foi o que aconteceu com Ana*, 43 anos. Ela estava casada há 12 anos quando traiu o marido, com quem ainda está junto.“Aqui em casa, sou como uma governanta, apenas. Meu marido não me procurou mais após um ano de nascimento do nosso filho. Alegava que fiquei gorda, diferente. Percebi que ele tinha um pouco de nojo. Entrei em depressão, tentei suicídio", conta ela. "Um dia, fui ao show da minha banda preferida, sozinha. Um dos músicos veio conversar comigo. Ele me elogiava muito, mesmo eu estando mal arrumada, e me encantei”, diz. Ela ainda se relaciona com o outro rapaz à distância, mas os encontros presenciais só acontecem ocasionalmente. 
Confiar ou não, eis a questão A confiança, sem dúvida, fica abalada quando alguém descobre que foi traído, e a decisão entre continuar o relacionamento ou cair fora é, em geral, complicada. A analista de marketing digital Fernanda, 30 anos, acabou traindo a namorada depois de 1 ano e 2 meses de namoro. “Um ex-namorado meu ficou solteiro, acabamos nos encontrando e ficamos. Eu namorava uma mulher, que estava nos Estados Unidos com a irmã, mas eu contei para ela assim que cheguei em casa. Ela ficou superchateada, não esperava, porque sempre nos demos muito bem. Mas foi uma fase complicada para mim. Eu precisava ter certeza de que gostava mesmo de mulher. No final, eu e ela voltamos, mas a confiança nunca mais foi a mesma e terminamos um tempo depois”, conta.
Fonte: https://universa.uol.com.br/noticias
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domingo, 31 de março de 2019

Mentiras Combina Com Traição?

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Vamos pensar no começo de um relacionamento a dois: tudo parece maravilhoso enquanto um novo casal se conhece, cada um quer mostrar o melhor de si para impressionar o outro. Já começam, a partir daí, a mentir sobre algo que julgam desnecessário contar. Douram a pílula, aumentam histórias, para parecerem mais belas, ou diminuem mancadas antigas, para amenizar um suposto julgamento duro da outra parte. Tudo isso é real e compreensível - e não vem falar que não acontece, porque acontece sim. O problema é que estas mentiras de começo se tornam base para futuras omissões e ações semelhantes ou até mais graves.

É como gastar dinheiro comprando roupa: "já gastei nisso aqui, posso gastar mais um pouquinho ali, que não fará diferença". A mentira segue a mesma linha de raciocínio: "já menti sobre aquilo, posso mentir mais um pouco sobre isso, que não vai influenciar em nada". Acredite: vai. E quanto mais você mente, omite ou trai a confiança do outro, mais você se afunda na própria lama de erros e mais se perde quando olha para ela tentando descobrir o que vai fazer. E quanto mais a lama cresce, mais você corre o risco de que ela exale o cheiro ou apareça. E uma hora aparece.
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