segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Quando devo contratar um detetive particular?

       Os serviços de um detetive particular são requisitados há muito tempo pela sociedade. Eles atuam em suspeitas de fraudes de seguro, localização de pessoas desaparecidas e, principalmente, em situação de infidelidade. Nos casos de traição conjugal, as pessoas procuram o detetive particular quando surgem desconfianças em seu relacionamento.
       Atitudes, mudança de rotina, indiferença, entre outros comportamentos indicam que há algo errado com o relacionamento e apenas um detetive particular profissional pode reunir comprovações juridicamente válidas para sanar a dúvida.
Muita gente acredita que pode descobrir, por si só, se está sendo traído. Acontece que, por ser amador, pode acabar se incriminando, utilizando práticas de invasão de privacidade, por exemplo, que causaria transtornos ainda maiores.
       Contratar um detetive particular deve ser uma escolha pessoal e consciente. Pois ele saberá quais as melhores técnicas serão aplicadas em cada caso, tudo de forma legal.

       Tire suas dúvidas, ligue agora ou fale pelo WhatsApp e marque uma consulta sem  compromisso.

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terça-feira, 9 de julho de 2019

Como descobrir uma traição, de acordo com a ciência

Prestar atenção na voz pode trazer informações importantes sobre o parceiro

casal brigandoSão Paulo – Mesmo sem entender uma palavra, podemos saber características importantes ao ouvir a voz das pessoas. Na maioria das vezes, conseguimos distinguir características biológicas como sexo, tamanho corporal, força física, idade e maturidade sexual. Com um pouco mais de atenção, também é possível extrair outras informações, como atratividade, fertilidade e até mesmo a probabilidade que uma pessoa tem de cometer traições.
Uma teoria popular entre psicólogos evolucionistas chamada “pais versus mulherengos” sugere que, em relacionamentos heterossexuais, homens com características mais masculinas e dominantes não são muito paternais e geralmente se dedicam menos a seus filhos e netos comparados a homens não tão masculinizados. No entanto, segundo a teoria, mulheres geralmente preferem homens com vozes mais fortes e masculinas, especialmente quando estão no período fértil.
Os psicólogos associam esse comportamento à suposição de que homens com vozes mais graves poderiam gerar filhos geneticamente mais saudáveis. Por outro lado, eles também costumam ser classificados pelas mulheres como mais propensos a trair e menos confiáveis em geral, sendo preferidos para relacionamentos de curto prazo. Isso sugere que elas usariam algo nas vozes masculinas para tentar avaliar as chances de serem traídas e o nível de confiança que podem depositar nos parceiros.
Fonte: EXAME

 

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sábado, 15 de junho de 2019

Desconfiança; o maior sabotador das relações.

              Hoje vamos conversar um pouco sobre um tema que está presente em quase todos os rompimentos/discórdias nas relações (sejam elas; amorosa, familiar, profissional): a desconfiança.
Resultado de imagem para desconfianca no relacionamentoA desconfiança é uma estratégia cerebral (cognitiva) que todos nós temos que tem como principal objetivo nos proteger de frustrações futuras. A pegadinha cerebral disso é que acabamos vivendo essa frustração em nossos pensamentos e sentindo todas as dores emocionais como se o pior já estivesse ocorrido (ou ocorrendo).
              O que muitos não sabem é que existe a desconfiança positiva. É aquela que nos move a detectar falhas e nos aprimorar. Evoluir. A própria ciência, como estudamos hoje, é resultado de anos e anos de desconfianças. Devemos isso, principalmente, a René Descartes, um dos mais importantes filósofos do mundo, que ajudou a ciência a dar um salto enorme com seu método: a dúvida, que é a busca incansável pela verdade das coisas que nos são apresentadas (não aceitar dogmas).
O problema é o excesso de desconfiança. Quando você desconfia de seu namorado(a), no fundo, quer evitar sofrer futuramente. Quer evitar perde-lo(a).E pior: para quem desconfia, tudo é um indício de que o outro realmente pode quebrar (ou já quebrou) sua confiança. Porque temos uma grande tendência a selecionar fatos que confirmam nossas teorias e eliminar os que não confirmam.
            Por excesso de medo de perder, portanto, acabamos perdendo. Afinal, do outro lado dessa relação, existe alguém que sente-se constantemente vigiado, em sinal de alerta máximo, pisando em ovos, em tensão máxima. E sabe o que mais pode acontecer? A vítima da sua desconfiança pode começar a achar que você desconfia porque faz coisa pior. Fonte: tribunadoceara.uol.com.br/blogs/o-psicologo
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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Desconfiança, obsessão e insegurança podem ser sinais de amor e ciúmes patológicos

Maioria das pacientes são mulheres com boa renda e alta escolaridade 

  Se o simples apito do Whatsapp no celular do seu parceiro já faz você suar frio, atenção — pode ser que esse sentimento seja muito mais do que um simples incômodo, mas, sim, um tipo de problema que os psiquiatras chamam de ciúmes e amor patológico.

Ambos são desvios de personalidade, situações em que um indivíduo apresenta traços emocionais e comportamentais inflexíveis e desajustados, que causam sofrimento a ele e a todos com quem ele convive.
Transtorno tem tratamento com terapia e remédios No caso do amor e do ciúme em excesso, paira sobre o paciente uma constante dúvida a respeito da fidelidade da pessoa amada, o que pode transformar a vida do casal em um pesadelo.
Ainda que sentir ciúmes seja natural e até aceitável em relacionamentos, sejam eles amorosos, de amizade ou na família, ele passa a ser um problema quando se baseia em preocupações irracionais e infundadas, com distorções da realidade.
De acordo com dados do IPc (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), 75% dos pacientes que sofrem de amor patológico são mulheres de mais ou menos 40 anos.
Destas, 75% não moram com o parceiro e trabalham em tempo integral, contabilizam 15 anos de educação formal, e têm renda mensal média de R$ 3.000, como explica a psiquiatra Monica Levit Zilberman.
— São pessoas com necessidade de controlar o outro. São insatisfeitas com a relação, muito inseguras. Elas podem até ter alguns momentos de segurança, mas, se o parceiro não responde uma mensagem, tudo aquilo cai por terra.
Fonte:noticias.r7.com

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