quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

NÃO FIQUE EM DÚVIDAS, CONTRATE UM DETETIVE.

Quando a desconfiança mata o relacionamento

Resultado de imagem para DESCONFIANÇA Dizem por aí que uma pitada de ciúme faz bem. Não duvido disso. Na medida certa, o sentimento pode esquentar o relacionamento. Um pouquinho de ciúme revela cuidado, desejo, vontade, querer… Mostra que não quer perder, que se importa, que o outro é o seu bem maior.
Entretanto, diferente do ciúme existe a desconfiança. E a desconfiança não faz bem. Machuca, afasta, separa, destrói.
A desconfiança pode surgir por dois motivos. A primeira, quando o parceiro tem um comportamento que gera, que provoca o sentimento no outro. Em outras palavras, a pessoa dá ou deu motivos para isso. Quem sabe já tenha sido infiel, vive um relacionamento desapegado… Em algum momento do relacionamento, perdeu o interesse no romance.
O segundo motivo para a desconfiança é de ordem particular. Muito pessoal. Está na cabeça do desconfiado. Pode até ter uma razão externa: ter sido machucado no passado, traído noutro relacionamento, por exemplo. Entretanto, não tem a ver com o parceiro atual. A pessoa não se curou. A insegurança é dela, mas ainda assim leva isso para o relacionamento.
Esse sentimento é bastante perigoso. Geralmente, gera brigas, enfrentamentos e muita mágoa. A pessoa que é alvo da desconfiança pode fazer tudo, tentar mostrar-se confiável, fiel, mas nada põe fim ao problema. O sentimento está ali, corroendo ambos. Os dois sofrem.
Outras vezes, a desconfiança se dá de maneira silenciosa. Pode não haver o confronto, mas existe a vigia constante. O desconfiado sente necessidade de ter as senhas do email, facebook, twitter, instagram e todas as redes sociais. Quer ver o extrato bancário. E o celular, o whatsapp são objetos de constantes “investigações”.
Com ou sem brigas, a vítima sente-se acuada. Aos poucos, entristece e, por mais que ame o outro, vai se afastando. Passa a viver tensa, começa a ver fantasmas; acorda no meio da noite assustado. Tem medo até de si mesmo. Da pior maneira, descobre que não há graça naquelas crises. No início, talvez, até se sentia bem com as discussões motivadas por tanto “cuidado”. Entretanto, o tempo acaba roubando o “encanto” do que parecia ser inofensivo e revela o monstro da desconfiança que envenena o romance, tira a paz, a segurança, a felicidade do relacionamento.
Relacionamentos são baseados na confiança. Quando o laço é quebrado ou já não existe, dificilmente se sustentam. Ainda que haja o desejo de tentar, de investir, enquanto houver dúvida, não haverá espaço para um amor pleno.
Fonte: https://ronaldonezo.com

 

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