quinta-feira, 6 de junho de 2019

Desconfiança, obsessão e insegurança podem ser sinais de amor e ciúmes patológicos

Maioria das pacientes são mulheres com boa renda e alta escolaridade 

  Se o simples apito do Whatsapp no celular do seu parceiro já faz você suar frio, atenção — pode ser que esse sentimento seja muito mais do que um simples incômodo, mas, sim, um tipo de problema que os psiquiatras chamam de ciúmes e amor patológico.

Ambos são desvios de personalidade, situações em que um indivíduo apresenta traços emocionais e comportamentais inflexíveis e desajustados, que causam sofrimento a ele e a todos com quem ele convive.
Transtorno tem tratamento com terapia e remédios No caso do amor e do ciúme em excesso, paira sobre o paciente uma constante dúvida a respeito da fidelidade da pessoa amada, o que pode transformar a vida do casal em um pesadelo.
Ainda que sentir ciúmes seja natural e até aceitável em relacionamentos, sejam eles amorosos, de amizade ou na família, ele passa a ser um problema quando se baseia em preocupações irracionais e infundadas, com distorções da realidade.
De acordo com dados do IPc (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), 75% dos pacientes que sofrem de amor patológico são mulheres de mais ou menos 40 anos.
Destas, 75% não moram com o parceiro e trabalham em tempo integral, contabilizam 15 anos de educação formal, e têm renda mensal média de R$ 3.000, como explica a psiquiatra Monica Levit Zilberman.
— São pessoas com necessidade de controlar o outro. São insatisfeitas com a relação, muito inseguras. Elas podem até ter alguns momentos de segurança, mas, se o parceiro não responde uma mensagem, tudo aquilo cai por terra.
Fonte:noticias.r7.com

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